CameraHot, voyeurismo e gozada inesquecível, conto por April

Como foi a primeira vez da April como voyeur no CameraHot?

Olá, sou a April, escrevo contos eróticos desde bem novinha e eles são exclusividades do Papo18. Sou alta, magra e como dizem: “Bunda de Brasileira”. Hoje narro sobre essa tara deliciosa que é ter conhecido o CameraHot, saber que meninas, casais e eu (por que não?!), estamos ali para gozarmos juntos.

Sou fã de muitas meninas, mulheres lindas, cada uma com sua característica diferente, (isso já me deixa excitada) e eu sou fascinada por um casal específico. Eu penso neles fazendo cenas e cenas dos meus contos. Ela linda, toda loira rebolando bem gostoso no seu boy.

Com essa cena agora sendo descrita, eu não me contive e estou colocando meus dedos entre minhas pernas, estou sem calcinha, percebo que bem molhada. A cadeira já está toda melada. Devo ter que fazer uma pausa, para poder sentir um pouco mais do meu mel, que está escorrendo aqui, pedindo para que eu soque meu consolo e use meus dedos antes de continuar a escrever.

Continuando…

Neste último domingo, antes de eu ir deitar, lembrei-me do casal, pois tinha visto alguns gifs maravilhosos da modelo em questão. E lá fui eu, vestida com uma camisola vermelha de bolinha branca, sem calcinha, toda melada. Com uma mão eu segurava o celular, com a outra o consolo. Já era noite e eu já havia apagado todas as luzes da casa, por isso dava passos em direção ao sofá bem devagar para aproveitar o brilho da tela do telefone.

Entre cada levantada de perna que dava, eu ficava mais e mais quente e excitada, imaginando ‘O casal’ transando bem gostoso para eu ver. E foi assim entrando nesse pensamento de poder observar tudo, bem de perto, e ouvir os gritos e gemidos mais gostosos que há, que descobri que sou Voyeur.

No sofá, deitei de ladinho, mas não tirei a camisola, apenas levantei ela um pouquinho. Peguei meu consolo, e enquanto eu olhava a modelo, comecei a chupar ele bem gostoso. Eu cuspia nele, babava toda, passava ele em meu rosto. Em minha cabeça, frases surgiam:

“Nossa, delícia poder ver isso, saber que são pessoas se amando, se deliciando ao vivo. Quero gozar vendo isso de pertinho.”

“Vou meter esse consolo lá no fundo e gemer alto por aqui também.”

Deixei o telefone apoiado na cadeira da frente do sofá, peguei meu consolo, já todo babado, e enfiei bem fundo e forte dentro de minha bucetinha que estava muito molhada. Era tanto tesão que ela fazia pequenos movimentos, como se implorasse por um pau. Eu socava e gemia alto:

“Entra bem fundo dentro de mim. Sou só minha hoje e vou ver sexo pra gozar bem forte, bem putinha, mas só pra mim…”

Foram vários minutos em um vai e vem delicioso, deitada confortavelmente em minha casa, sendo Voyeur. Gozei tanto, que dormi sem nem perceber. Acordei no outro dia, poucas horas antes do usual, me sentindo revigorada. Meu celular desligado estava no mesmo lugar que deixei, com certeza a bateria acabou no meio da madrugada.

Termino de escrever este conto erótico sorrindo, pois fiz uma linda e tesuda descoberta: Sou Voyeur e o CameraHot é viciante! 

April, camgirl do CameraHot

Essa Camgirl é escritora de contos eróticos desde os 21 aninhos de idade. Entende muito bem o que um homem gosta e fala tudo que querem ouvir. Enquanto escreve sempre fica bem molhada e agora anda deixando os homens loucos por aqui também. Ela é alta, magra com o corpo natural, peitinhos empinados com piercing mega sexy e sem nenhuma tattoo. Ela gosta de dizer sempre: Magra, mas com a aquela bunda de brasileira.

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Sexo, mulheres, vídeos e ensaios eróticos! Isso e muito mais do universo masculino com aquela pitada de humor, sacanagem e informação.