Na Casa de Swing, conto erótico por Thatá

Será que a Thatá aguentou essa noite de sexo mais louca?

conto erotico swing

Outubro de 2018

Oieeeee, amoresss!

Essa é bem fresquinha, faz pouco tempo.

Férias!!!!!! Sim férias, finalmente tirei minhas merecidas férias, 10 dias somente, mas o suficiente para aproveitar e aprontar.

Destino… Paraná!!! Adoro esse estado, adoro Curitiba, Maringá e a minha paixão secreta Londrina!!!!!!!

Passagens compradas, sai daqui de SP e cheguei no PR sábado a noite. Só queria uma coisa, dormir. Meu primeiro dia foi reservado para dormir e muito.

Me instalei em um hotel super lindo, o Radisson Hotel, sempre fico por lá e é tudo de bom.

No domingo era dia de curtir, fui ao Shopping, almocei por lá, vi algumas lojas, passei por outras, comprei alguns mimos e só. Voltei para o hotel.

Já que sou de SP, minha vontade era aprontar, peguei meu celular e comecei a buscar por lugares interessantes, bar eu já estava cansada, decidi procurar por boates e afins… até que me veio na busca um nome bem sugestivo de casa de swing.

Já tinha ido em SP, não era a minha preferência, mas como eu estava com vontade de aprontar, decidi fazer em grande estilo, assim eu penso.

Tomei banho, passei um perfume bem gostoso, coloquei um macacão que eu tinha comprado, bem curtinho e tomara que caia. Vesti, caiu muito bem em mim, dispensei a calcinha e o sutiã… e vamos para o crime.

Peguei um Uber, cheguei na casa, bem discreta por sinal, e minha primeira decepção: eu havia esquecido que em determinados locais não se pode entrar sozinha ou sozinho, fui barrada… já havia perdido as esperanças quando uma moça me fez uma proposta.

Me banca essa noite que eu te ajudo a entrar, topei na hora!!! Aliás, era uma gracinha aquela menina. Voltei para a fila e entrei com ela na casa, dei a ela R$ 200,00 pra beber. Fui andando, curtindo o som ambiente, percebi alguns olhares, algumas piscadinhas e tudo mais…

Já tinha um casal na maior pegação e junto uma galera olhando. O mais legal de tudo é que todo mundo que entrava lá tinha que deixar o celular na recepção, pois nesse dias iria ter uma apresentação de uma modelo/atriz pornô.

Vi uma coisinha bem interessante, uma tal cabine do toque. Havia uma mulher na porta que se apresentou como gerente da casa, eu disse que gostaria de experimentar, e ela me explicou que poderia ir, mas que lá dentro eu usaria uma venda e que nos buracos das paredes poderia vir qualquer coisa, desde mãos até pirocas.

Eu disse que recusava as pirocas e que gostaria que fossem apenas mulheres, ela me perguntou se eu era lés e confirmei que sim. Vi um sorrisinho malicioso se formar em seus lábios, ela me disse “garota, aproveita o que vier por aqui e depois eu talvez possa te ajudar”.

Ok, fui andando e vendo pessoas se pegando, bebi um pouco. Me deparei com uma loira, totalmente nua andando pelos mesmo corredor que o meu, estava só de calcinha. Ela era bem magrinha, seios PP e uma bundinha mágica.

Passei por ela, senti um tapinha na minha bunda, retribui e ela me puxou pelos cabelos e me tascou um beijo. Nada mal. Gostei dessa pegada.

Fui até o bar, peguei outra bebida e por lá fiquei, conversei com quem estava por perto, recusei um monte de convites para transar… até que a tal gerente apareceu lá e perguntou se eu estava curtindo, respondi que sim, que o som era bom, as pessoas eram bonitas e ela me interrompeu.

“Eu disse curtindo no sentido de transar, gozar e gemer”. Eu ri e falei ainda não… não tinha achado ninguém interessante.

Nisso ela pegou a bebida da minha mão, jogou em meu colo, puxou meu tomara que caia para baixo e começou a me chupar ali mesmo.

Fiquei em estado de choque com aquilo, na verdade, não esperava isso dela, mas gosto de mulheres com atitude. Deixei ela mamar o quanto quisesse, me encostei no balcão e ela trabalhando gostoso neles, senti uma de suas mãos acariciando minha princesa (que, por sinal, gostou do toque dela).

Ela olhou para mim e disse para acompanhá-la, subi o tomara que caia e a acompanhei. Ela estava toda de social, camisa, calça e uma sandália de salto alto. Ela não era alta, mas aquele salto disfarçava bem.

Fomos para uma salinha “diferente”, estilo sadomasoquismo. Havia uma mesa enorme, algemas sobre ela, na outra parte da sala uma espécie de gaiola.

Ela fechou a porta atrás de mim, pegou a chave e colocou no bolso da calça. Foi me segurando pela cintura, me empurrou contra a mesa e começamos a nos pegar.

Eu entrei no clima e já fui tirando a roupa dela, ela tinha seios pequenos, uma barriga de dar inveja, toda definida, e usava uma calcinha tão minúscula que era melhor não usar nada.

Me empurrou na mesa e acabei subindo nela, nos beijamos enquanto ela abaixava meu tomara que cai, subiu em cima de mim, pediu para eu chupá-la e foi uma delícia, fazia tempo que não via uma bucetinha toda rosa.

Ela gemia baixinho e rebolava na minha cara, se debruçou e percebi que pegou algo. A gerente puxou 2 algemas, que ficavam nas extremidades da mesa, e prendeu minhas mãos para cima, deixei até porque parecia ser muito excitante.

Ela abaixou meu macacão e me deixou totalmente nua. Abriu minhas pernas e me chupou. Tinha um piercing na língua e o atrito dele na minha bucetinha me deixava louca de tesão.

Ela me virou e pediu para eu empinar, pegou um vibrador e começou a brincar comigo. Passou um gel e forçava a minha bucetinha, que nesse momento estava implorando para gozar. Até afastei minhas pernas para facilitar o serviço.

Me deu um tapa na bunda e perguntou se eu era forte e se aguentaria levar uns tapas, disse que topava, mas não era para exagerar…

Ela pegou um chicote, começou a bater levemente só para deixar a pele vermelha. Ai disse pra eu não gritar e me deu uma chicotada ainda mais forte.

Ai pegou a corda do chicote, passou entre minhas pernas e começou a roçá-lo na minha bucentinha, que nesse ponto já estava toda molhada. Eu empinava para deixar o chicote passar com facilidade…

E quando ela parou de passar, me mostrou ele todo molhado. Eu havia gozado e nem percebi… eu estava adorando aquilo, estava eufórica. Ai escutei alguém batendo na porta.

Ela saiu de perto e foi ver quem era, eu estava presa na mesa e nessa hora fiquei com um pouco de medo. Escutei risada de mulheres e vi que entraram 4 na sala, todas bonitas, com cara de safada, já estavam seminuas, algumas só usavam calcinha e sutiã, outras só calcinha.

Uma delas subiu na mesa e começou a me alisar, as outras fizeram uma fila. A que subiu na mesa começou a mamar no meu seio esquerdo, depois veio outra no direito, senti alguém abrindo minhas pernas e uma língua quente me chupava, aquilo era gostoso.

Depois outra veio beijando minha boca, sentia diversas sensações ao mesmo tempo. Fui solta das algemas e agora eu também podia brincar… engano meu.

Fui levada até uma poltrona onde a gerente usava uma cinta com um pau de borracha, ela pediu para eu cavalgar nela, sentei em cima e comecei a putaria, a gerente mamava em mim, outra moça veio por trás da cadeira, e me beijou na boca.

Senti um liquido na minha bunda e depois alguém me penetrou por trás, com outro pau de borracha. Nossa aquilo era loucura demais (não sei dizer se era orgia, suruba…. opinem por favor, rs).

Fui abusada por elas, mas foi bem gostoso. Eu estava toda dolorida e minhas partes íntimas ardiam um pouco. Depois revezamos, eu sai do colo da gerente e veio outra cavalgar e tudo mais.

Hora de ir embora, que peninha… peguei meu macacão, a gerente me perguntou aonde eu morava e respondi que estava no hotel. Ela não perdeu tempo e se convidou para dormir comigo.

Não consegui dizer não.

Chegamos normalmente ao hotel, sem dar pinta alguma. Isso era perto das… eu não lembro nem que horas eram.

Fomos para o quarto e ela me pegou no elevador, sua mão massageava minha princesa, chegamos no andar e saímos correndo para o quarto.

Fechei a porta e ela já me jogou no chão. Me comeu ali mesmo e gozei na boquinha dela.

Depois fomos para o banheiro, liguei o chuveiro quente e ficamos abraçadinhas debaixo da água quente.

Nos beijávamos enquanto minha mão deslizava na bundinha dela. A gerente se virou de costas e pediu para eu enfiar um dedinho. Coloquei nela, “muito puta, muito safada”, deu uma empinada para trás que quase que meu dedo entra inteiro na bunda dela.

A comi ali mesmo. Fomos para a cama e a pegação continuou, fizemos um 69. Aquele bucetinha me deixava louca, sentir seu mel então. Eu já nem conseguia mais gozar, já sentia até um pouco de dor, meu grelhinho estava vermelho de tanto ser judiado.

Moral da história, já era de manhã, a fome bateu e descemos para tomar café. Voltamos para o quarto e eu me deitei, ela veio por trás de mim, tirou meu short e começou a lamber meu cuzinho.

Eu já nem tinha mais forças, estava exausta. Dormimos juntas, bem abraçadinhas e fomos acordar depois das 16hrs.

E olha… aquela mulher tinha um fogo. Me beijou e já foi enfiando um dedo dentro de mim… nossa, que fogo é esse?? Eu estava quase pedindo para ela ir embora, já não aguentava mais sentir alguém me chupando ou me masturbando.

Transamos de novo.

Tomamos outro banho juntas, nos despedimos, trocamos telefone. Ah, o nome dela é… Jéssica. Ela ficou de vir aqui para SP, antes do fim do ano, para brincarmos juntas.

Bjooooooooooosssss

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