De santa a pervertida, conto erótico por April

April surpreendendo até o namorado durante a transa

Olá, me chamo April. Eu sou alta, magra e como dizem: “Tenho aquela bunda de brasileira.”

Hoje vou contar sobre o dia que mudei o tipo de sexo que fazia com meu namorado. Eu era bem quietinha, tipo namoradinha tranquila. O Pedro não sabe dos meus contos, esses que vocês sabem, acho isso sexy, pervertido, e até me pego mordendo a caneta como se fosse um pau passando em meus lábios. Talvez um dia o Pedro leia os mesmos que agora estão por aqui.

Continuando a história, eu gostava de passar a noite de sábado no apartamento dele. Eu sempre colocava roupas sensuais, pensadas cuidadosamente para atiçar o menino. Neste final de semana específico, eu estava com uma calcinha preta de renda e com meia fina. Algo um pouco fetichista, contrastando com o vestido longo e nada decotado que usava.

Nós jantamos e após terminarmos a última garrafa de vinho, pedi para ele sentar no sofá. Eu sentei no chão na frente dele, abri a bermuda que ele usava e peguei com todo carinho aquele pau gostoso.

Sou tarada no pau dele, gostava de colocar ele mole em minha boca só para sentir ele endurecer em cima de minha língua. Sentir ele crescer até começar a bater em minha garganta. Comecei a bater uma punheta com ambas as mãos no pau dele enquanto eu passava minha língua nas bolas com bastante cuspe. Molhava tudo. Colocava meus lábios na cabeça que estava pulsando querendo minha buceta.

Ele me puxou, me levantando, e disse: “Não, não bonita, vamos transar. Nada de engolir porra hoje.”

Sentei ao lado dele no sofá, ele sentiu a calcinha e a meia, comprovando que eu estava pronta para passar a noite inteira dando que nem uma puta para ele. Pedro novamente me puxou, agora mais para perto, e tirou de uma vez só todo meu vestido. Ele me observou, viu minha meia que combinava com minha calcinha e sutiã. Dizendo que eu estava linda.

Começamos a transar no sofá, muitos beijos e eu dizendo toda fofinha: “Ah… vem amor, vem…”

Na verdade eu queria gritar loucamente: “Soca tudo gostoso, soca meu puto, soca forte. Acaba comigo.”

Nessa posição que estávamos, papai e mamãe, eu demoraria muito para gozar, pois comecei a imaginar ele me segurando pela cintura. Não aguentei, me virei de costas, peguei uma mão dele e coloquei em meu grelinho, já bem inchado de prazer. A outra mão do Pedro segurava minha cintura, para que eu conseguisse equilibrar quase de quatro, com um joelho no sofá e a outra perna no chão esticada.

Ele disse: “Nossa, pensei que namorava uma santa, mas você é bem putinha, heim?! Você é minha putinha linda.”

Respondi, agora em alto e bom tom:

“Então puxa meu cabelo, bate essas bolas em minha bunda. Soca forte dentro de mim. E depois goza bem gostoso em minhas costas de forma que suje também meu cabelo. Me come, me fode toda.”

Assim ele fez, eu gozei junto quando senti a porra quentinha dele encostando em minha pele, quando ele jorrou e gotas caíram em meu pescoço.

Pedro me olhou assustado, cansado, e muito feliz. Dizendo: “April, essa foi a melhor transa de minha vida.”

Eu respondi que por mim, seria de assim para melhor. Bastava ele querer.

Tomamos um banho, nos lavamos deliciosamente com beijinhos e abraços. Fomos dormir. Já eu, adormeci ainda imaginando: “Amanha ele vai é comer meu cu.”

April, camgirl do CameraHot

Essa Camgirl é escritora de contos eróticos desde os 21 aninhos de idade. Entende muito bem o que um homem gosta e fala tudo que querem ouvir. Enquanto escreve sempre fica bem molhada e agora anda deixando os homens loucos por aqui também. Ela é alta, magra com o corpo natural, peitinhos empinados com piercing mega sexy e sem nenhuma tattoo. Ela gosta de dizer sempre: Magra, mas com a aquela bunda de brasileira.

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Sexo, mulheres, vídeos e ensaios eróticos! Isso e muito mais do universo masculino com aquela pitada de humor, sacanagem e informação.