No banheiro, conto erótico por Liv Pope

Porque essa camgirl não resiste a um cara de uniforme a pegando de jeito

liv pope camgirl camerahot

Oi amores, como estão do lado daí, hein?

Hoje tem conto? TEM, SIM SENHOR!

Estava eu em casa me preparando pra sair e como sempre atrasada. Coloquei uma sainha de couro preta, um body preto transparente, um saltão bem alto, uma maquiagem marcante, cabelos cacheados e uma carteira de mão cheia de camisinha.

Fui naquela noite encontrar um grupo de amigos em um barzinho com musica ao vivo. Acreditem, não sou uma mulher muito fã de baladas. Peguei um Uber na frente de casa e fui até o bar. No caminho recebi uma mensagem da minha amiga dizendo que um dos amigos dela iria nos encontrar e que me apresentaria a ele.

Desci do Uber e recebi um elogio do motorista: “Moça, hoje você está pro crime. Aproveite!”. Olhei para ele e agradeci pelo elogio e pela gentileza.

Minha amiga já estava me esperando na entrada do bar. Ambiente agradável, música boa e gente gostosa. Cumprimentei minha amiga que logo de cara elogiou minha roupa, dando destaque para a minha bunda dentro daquela sainha apertada.

Entrei, dei oi pra galera, me sentei e olhei ao redor. Eu tinha me produzido toda porque aquele dia seria dia de caçar.

Já estava no meio da noite quando chegou o amigo da minha amiga. Um cara soberbo, estatura baixa, loiro, olhos claros, que de imediato não fez o meu tipo nem de longe.

Ele veio na direção da minha amiga e deu um beijo carinhoso na sua bochecha. Me olhou e disse: “Você deve ser a Olivia, tô certo?”, eu dei uma risada bem sem graça e o cumprimentei, sabendo ali que não transaria com aquele cara de jeito nenhum.

Uma nota sobre mim: amo caras envolventes e o primeiro contato comigo é tudo. Gosto de um enredo, do pacote todo. Não sou mulher de metades.

Já tinha bebido várias e já tinha corrido daquele cara a noite toda, que para ajudar já estava EXTREMAMENTE BÊBADO e resolveram levar ele pra casa. Minha amiga pegou o celular e ligou pro irmão do bêbado pra avisar que o levaríamos pra casa.

Eram 3 da manhã e eu esta certa de que não iria transar, a tristeza me tomava e eu ficava mais irritada ainda. Poxa, eu estava linda, cheirosa, lisinha e não ia dar a buceta naquele dia. OK.

Ao chegar na casa, fui a primeira a descer do carro e bati no portão para que alguém viesse resgatar o bebum. Acendi um cigarro e esperei até que abriram o portão e parece que Deus tinha ouvido minhas preces!!!!

Do escuro saía um moreno bronzeado, alto, de cabelos curtos muito bem cortado, com sobrancelhas grossas e olhar raivoso, vestindo somente um short de jogar bola (aqueles que deixam o pau bem desenhadinho).

Imagina só como eu olhei pra aquela homem, passei os dedos nos lábios, não disfarcei a vontade de voar naquela boca.

Quando fui cumprimenta-lo ele deu um grito com o irmão: “ISSO SÃO HORAS, FLAVIO? E BÊBADO? ENTRA PORRA.” Fiquei em choque com o grito enérgico que ele deu! Sério, fiquei pálida! O bêbado entrou e ele fechou o portão na minha cara. SIMPLES ASSIM.

Voltamos cada um pra sua casa e eu fui investigar a vida daquele homem mal educado. Achei os perfis dele nas redes sociais e descobri que ele era militar (EU ADOOOOOOOOORO UM HOMEM UNIFORMIZADO). Tudo piorou quando achei uma foto no facebook dele só com a calça e a bota do exercito… não resisti e bati uma siririca!

No outro dia era domingo, 11 da manhã, e tínhamos combinado de fazer um churrasquinho na casa dessa mesma amiga. Eu acordei empolgadinha, até então na noite passada tinha gozado gostoso e com a ajuda de uma única foto.

Tomei um banho, sequei os cabelos e coloquei meu vestido justinho vermelho, um tênis branco e uma jaqueta jeans, fui bem básica, meiga, até porque era um churrasquinho entre amigos.

Chamei o Uber e fui. Ao chegar, desci do carro, olhei pra trás e um carro parou e dele desceu 5 pessoas: O bêbado, dois meninos, uma menina desconhecida e ELE, o irmão do bêbado! GELEEEEEEI na hora.

Os cumprimentei com beijo no rosto, ao chegar nele me mantive fria e dei um beijo no seu rosto, ele passou a mão na minha cintura e retribuiu o beijo. QUE HOMEM CHEIROSO DO CARALHO!

Entramos e eu fiz um sinal para minha amiga e ela olhou sem entender, até que percebeu e abriu um sorriso dizendo: VOCÊS VIERAM! Chamei ela de canto e contei que tinha me interessado, ela respondeu que sabia que eu iria gostar mais do irmão mais velho, porém, ela não tinha muita intimidade com ele.

ENFIM… eu estava encarando aquele homem mais do que cachorro em vitrine de frango assado. Olhei tudo o que eu podia, tentei ver através de seu shorts de sarja branco, porém, não obtive muito sucesso.

Peguei algumas olhadas bem maldosas da parte dele, até que uma hora levantei e fui buscar limões na cozinha para beber com cerveja. Levantei, dei aquela empinada, ajeitei o cabelo e passei bem perto dele indo em direção a cozinha.

Fiquei uns 5 min concentrada em não perder a linha, mas não adiantava, já me imaginava de 4 rebolando naquele pau que na minha cabeça era delicioso. E não é que a mente tem poder mesmo? Eu pensando nele e ele entra na cozinha. MEU CU TRANCOU NA HORA!

Ele foi até a geladeira, pegou o vinho que ele trouxe, passou por trás de mim e abriu a gaveta. CALMA OLIVIA, ELE SÓ VAI ABRIR A GARRAFA. Ele se vira para mim e diz: “Queria te pedir perdão por hoje de madrugada. Me irritei com o meu irmão e fui muito estúpido.”

Eu sorri e disse que estava tudo bem, que acontecia. Lavei minhas mãos, peguei o suco do limão que fiz e sai. Ele achou que eu fosse deitar pra ele??? JAMAAAAAAAAAAAAAAAIS. Voltei para a área do churrasco e comecei a analisá-lo de uma forma diferente.

Eu já estava alegre e comecei a me soltar, prendi os cabelos e deixei meu pescoço amostra. Isso chamou a atenção dele, então comecei a fazer um teste… VAMOS VER ATÉ ONDE EU ESTAVA CERTA.

Comecei suavemente a passar as mãos na minha nuca e pescoço, somente com as pontas dos dedos e olhava por sobre os ombros. Passei as unhas sobre minhas pernas que estavam cruzadas, deslizei por diversas vezes as mãos sobre meu pescoço até chegar nos meus seios, porém, tudo com muita sutileza para que só ele entendesse o recado.

Depois de tanta cerveja eu precisava fazer xixi, me levantei e com muita pressa corri até o banheiro. Passei correndo pela cozinha e TENTEI abrir a porta do banheiro, mas me surpreendi com um puxão no braço e um sussurro intenso no ouvido: VOU DAR O QUE ESTÁ QUERENDO!

Abriu a porta do banheiro, me empurrou a força para dentro. Fechou a porta, me olhou nos olhos e com aquelas mãos enormes apertou meu queixo com uma puta força dizendo: “IA FICAR ME PROVOCANDO ATÉ QUE HORAS, HEIN? PARECIA UMA CADELINHA NO CIO QUERENDO ATENÇÃO! VOU TE DAR O QUE VOCÊ MERECE, VAGABUNDA!”

Eu fiquei vidrada naquela boca e naquela mão me apertando, esperava enlouquecidamente para que ele me beijasse. Ele passou a mão pela minha cintura e com uma única volta me colocou de costas com a cara contra a porta e sussurrou de novo no meu ouvido: “FIQUE BEM QUIETA. NÃO QUERO OUVIR UM ÚNICO BARULHO. ENTENDEU?” Eu acenei com a cabeça trancando os lábios.

Fiquei alguns minutos imóvel controlando a respiração, mas com a calcinha toda molhada. Colocou minhas mãos para cima segurando o suporte de toalha, me fazendo ficar nas pontas dos pés. Desceu a mão pela minhas costas, apertou minha bunda que me fez soltar um gemido baixo, e eu paguei caro por isso.

“VOCÊ FEZ BARULHO??? É ISSO MESMO QUE EU OUVI??”

Eu fiquei quieta e não me movi, ele então passou a mão por baixo do meu vestido e o levantou até a nuca, me deixando apenas de calcinha e sutiã e mais uma vez sussurrou pra mim: “NA MINHA PRESENÇA VOCÊ NUNCA VAI USAR SUTIÃ, ENTENDEU PUTA?” e terminou de subir meu vestido até minhas mãos, torceu e prendeu no suporte.

Agora eu estava realmente presa, então ele abriu meu sutiã que ficou suspenso sobre meus ombros. Acariciou meus peitos com força e encostou o corpo no meu.

Pela primeira vez senti aquele pau gostoso e duro e mais uma vez gemi. Ele escutou e eu fui castigada por isso. Pegou minha cintura, puxou com força para trás e começou a me castigar, com um tapa forte e com a mão aberta. Foi um tapa dolorido que com toda certeza levantou um vergão.

A maioria das pessoas ficariam com medo ou não gostariam daquela situação, porém, estamos falando de mim e a conclusão foi que eu gemi de novo e dessa vez dei um sorriso de quem esperava incessantemente. Ele percebeu!

O clima estava tão intenso que esquecemos que estávamos em um banheiro, em um churrasco que tinha pessoas, acho que isso ajudou muito. Sabe aquela sensação de sermos pegos? É deliciosa.

Eu estava suada e presa sendo observada. Precisava gozar e ele sabia. Passou a mão por baixo da minha bunda e abriu minhas pernas. A parte interna das coxas estavam molhadas de tanto desejo, eu praticamente estava implorando para que ele me fudesse ali o mais rápido possível.

Mas o que aconteceu foi bem diferente. De repente ele colocou os dedos molhados na minha buceta, procurando pelo meu grelo, e achou bem rápido. Eu arrepiei, é claro, não esperava por isso. Começou a bater uma siririca para mim e eu pensava: MEEEEEEEEEEUS DEUS, ME COME, POR FAVOR.

E adivinhem, eu não pensei baixo, acabei falando isso alto demais. Ele disse: QUE PARTE DO QUIETA VOCÊ NÃO ENTENDEU?.

Ele colocou um dedo dentro da minha buceta e para ser sincera eu não senti muito, já estava muito molhada. Então colocou o segundo. O terceiro e o quarto. Eu não segurei mais, joguei a cabeça para trás e gemi, gemi e gemi! Ele enfiava os dedos com força e mais força.

Gotas de suor desciam pelas minhas costas, ele apertou com mais força minha cara contra a porta e alguém bateu. Eu assustada e sem roupa me calei e ele respondeu: ESTAMOS OCUPADOS.

Que cara de pau, porque era quase impossível não me ouvir gemer. Então, ele disse que estava na hora de você gozar. Ele voltou com os dedos molhados no meu grelo só que dessa vez alisando meu cuzinho.

NOSSA, no cu é maldade. Sou iniciante na prática do anal e por conta disso sou bem apertadinha, mas como ele já estava piscando não deu para esconder a vontade de dar. Ele colocou o dedo bem na portinha e massageou com movimentos suaves e lentos. Já não conseguia esconder o tesão do caralho que eu estava.

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Depois de alguns minutos, um arrepio intenso subiu pelas minhas pernas e foi até meu couro cabeludo, minhas pernas amoleceram e eu GOZEI LOUCAMENTE, ele colocou os dedos dentro da minha buceta e sentiu tudo o aquilo o que eu tinha guardado para ele.

Senti meu próprio gosto quando ele tirou os dedos de dentro de mim e colocou na minha boca. Chupei aqueles dedos com força, queria mostrar que tenho habilidades com a boca, só para instigar um pouquinho.

Me deixou parada ali de pé, toda gozada, e sentou no vaso me observando mais uma vez e perguntou: Quer sair daqui?, respondi que sim, então ele pegou uma toalha, secou o suor do meu corpo, soltou meus braços e me vestiu. Me virou para ele, me olhou nos olhos e limpou meu rosto.

VOCÊ ESTÁ BEM? perguntou e eu só acenei a cabeça, estava exausta. Ele perguntou o que eu queria, respondi que queria ir para casa, precisava dormir. Pela minha aparência era nítido que eu estava cansada, exausta e satisfeita.

Saímos do banheiro e todos sabiam o que tinha rolado, mas eu nem estava ligando, poxa, tinha acabado de gozar, quem liga de ouvir uns gemidinhos?

Me despedi de todos dizendo: NÃO SEI PARA VOCÊS, MAS ESSE CHURRASCO FOI UNS DOS MELHORES PARA MIM!

Ele me levou para casa, perguntou se eu precisava de algo, eu agradeci, me despedi e subi para um bom e longo banho. Ainda continuo vendo ele… e essa historia foi só o começo de uma ótima ‘AMIZADE’!

Liv Pope
Camgirl, negra, 22 anos. Realizadora de fetiches inusitados, acredite, adoro todos! Fã de séries, cerveja, músicas e de um bom oral, até porque, quem não gosta, não é mesmo? Venha curtir comigo no CameraHot